Mundo

12/04/2018 17:34

Após 9 anos, Nestlé decide deixar o vôlei

(maquiandoesporte)

A verba da Neslté, agora, será direcionada ao programa "Nestlé por crianças mais saudáveis", um alinhamento com a plataforma global da empresa, que tem como meta ajudar 50 milhões de crianças a terem hábitos de vidas mais saudáveis até 2030.

A saída da Nestlé do vôlei faz com que o último grande patrocinador multinacional deixe o esporte. No ano passado, a Unilever já havia desistido do projeto que manteve por mais de 20 anos com o técnico Bernardinho. Essa é também a segunda vez que a Nestlé deixa o vôlei. No começo dos anos 90 a empresa manteve uma das principais equipes do país, com a marca do Leite Moça.

Atualmente, o vôlei assiste a um movimento de patrocínio de empresas de menor porte. Os principais times são bancados por projetos pessoais de grandes empresários, como o Sesi, o Dentil Praia Clube, o Sada/Cruzeiro e o Sesc. Outras empresas de atuação local, como Camponesa (no time do Minas), Hinode (Barueri) e Renata (no vôlei de Valinhos), têm procurado o esporte para promoções mais fechadas. 

Com o fim do patrocínio da Nestlé, o Osasco corre agora em busca de um novo patrocinador. Nos nove anos de parceria com a multinacional, foram conquistados os títulos do Mundial (2012), da Superliga (2009/2010 e 2011/2012), do Sul-americano (2009, 2010, 2011 e 2012), do Paulista (de 2012 a 2017) e da Copa do Brasil (2014 e 2018).

Essa é a segunda onda de saída de grandes empresas do patrocínio ao vôlei nos tempos recentes. No final da década passada, marcas como Bradesco, Unisul, Ulbra e Brasil Telecom abandonaram o investimento no esporte. Pouco tempos depois, a Sky, a Cimed e a Vivo também deixaram de ter equipes na Superliga.


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