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26/10/2018 10:12

MÁQUINA PÚBLICA - Mendes diz que vai 'cortar no osso' para garantir equilíbrio das contas

(GD)

O governador eleito Mauro Mendes (DEM) afirmou que vai enxugar a máquina pública e cortar as despesas até no “osso”, se for necessário, para conseguir o equilibro das contas. Ele já admitiu que está estudando “de uma forma bastante silenciosa” sobre a viabilidade da redução de cargos e secretarias.

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Segundo Mendes, a intenção é iniciar a sua gestão mostrando que é possível fazer mudanças drásticas nas contas públicas, cujas alternativas também serão objetos de análise da sua equipe de transição. 

“Vamos começar mostrando que é possível, sim, fazer cortes profundos. Talvez não seja necessário cortar só na carne, é cortar no osso. Nós vamos ter que buscar forma de nos reinventar para enfrentar esse grave momento de desequilíbrio entre receita e despesa”, disse. 

Mendes reconheceu ainda que muitas das dificuldades financeiras postas hoje não são oriundas apenas das decisões políticas do governador Pedro Taques (PSDB). Ele afirmou que muitas coisas “não foram definidas nessa gestão”. 

“Disse isso durante toda campanha. Muito dos atuais problemas que existem em Mato Grosso não foram criados nos últimos anos. São problemas de alguns anos, alguns beiram décadas, e que está levando Mato Grosso a essa dura realidade se der um Estado que não consegue arrecadar porque sua despesa vai crescendo muito acima da sua receita. Embora a receita cresceu acima da inflação, a nossa despesa está descontrolada”, disse. 

Por essa razão, Mendes salienta que já tem uma reunião marcada na próxima semana com a Secretaria de Planejamento como parte do trabalho da equipe de transição e que pretende manter o bom diálogo junto com a atual administração. 

“Ficamos combinados que teremos uma intensificação dos trabalhos na próxima semana, sempre coordenado pela atual administração na pessoa do [secretário-chefe da Casa Civil] Ciro Rodolpho. Eu reportarei a ele ou uma pessoa designada por mim para que possamos criar um canal unificado de diálogo para que não haja cruzamento de informações ou superposição de informação. Vamos conduzir essa transação de maneira muito harmoniosa”, encerrou.


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