Projeto desenvolvido pela CBC em parceria com o CPB amplia oportunidades de inclusão e iniciação esportiva para pessoas com deficiência
A nova unidade passa a integrar a rede nacional da Escola de Paraciclismo, que já conta com outros sete polos em atividade: Brasília (DF), Londrina (PR), Indaiatuba (SP), João Pessoa (PB), São José dos Campos (SP), Maringá (PR) e Petrolina (PE). Em Mato Grosso do Sul, o projeto conta com apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) e da Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura), com parceria da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), fortalecendo o trabalho de democratização da modalidade e oferecendo uma nova oportunidade de iniciação no esporte paralímpico.
A apresentação oficial do projeto reuniu representantes da CBC, autoridades locais e profissionais envolvidos no desenvolvimento do paradesporto no estado. Estiveram presentes o Coordenador do Paraciclismo na Confederação Brasileira de Ciclismo, Edilson Rocha, e o secretário-geral da entidade, José Luís Vasconcelos.
Edilson Rocha destacou a importância da expansão do projeto para novas regiões do país e o impacto social proporcionado pela modalidade.
“Levar a Escola de Paraciclismo para o Centro-Oeste representa mais um passo importante dentro do trabalho de inclusão que a CBC vem construindo ao lado do Comitê Paralímpico Brasileiro. O projeto oferece acolhimento, oportunidade e abre portas para que novas pessoas possam conhecer o esporte e desenvolver seu potencial dentro do paraciclismo”, afirmou.
José Luís Vasconcelos ressaltou o compromisso da entidade em ampliar o acesso ao ciclismo paralímpico em diferentes estados brasileiros.
“A Escola de Paraciclismo vai além da formação esportiva. É um projeto que transforma vidas, incentiva autonomia e cria oportunidades através do esporte. Ver essa iniciativa chegando ao Mato Grosso do Sul reforça o compromisso da CBC em seguir expandindo o paraciclismo pelo país”, disse.
Além do incentivo à prática esportiva, a Escola de Paraciclismo também atua como ferramenta de desenvolvimento social e inclusão, oferecendo estrutura adequada, equipamentos, orientação técnica e acompanhamento especializado para os participantes. A proposta é criar um ambiente acessível e seguro para que crianças, jovens e adultos com deficiência possam ter o primeiro contato com a modalidade e desenvolver suas capacidades dentro do esporte.
“É um orgulho para nós trazer a Escola de Paraciclismo para o Estado. Receberemos um primeiro lote com handbikes, tandens, triciclos e bicicletas convencionais, que serão utilizadas por cerca de 30 atletas. É uma meta audaciosa, mas temos convicção de que essa parceria trará excelentes resultados”, destacou Paulo Ricardo Martins Nuñez, diretor-presidente da Fundesporte.





