O Brasil chega ao Plano Safra 2026/27 como potência agrícola, mas com proteção estreita contra perdas climáticas. O contraste já pesa no bolso do produtor.
A discussão reúne três frentes que se encontram porteira adentro. Queda na área segurada, dívida elevada e cobrança por um modelo mais previsível para o crédito rural.
Dados do Sistema de Informações do Seguro Rural (SISSER/MAPA) indicam cerca de 2,16 milhões de hectares amparados em 2025.
É o menor patamar em pelo menos dez anos e um sinal incômodo para um país que planta em escala continental.





