Seleção Brasileira encerra torneio no México com 28 medalhas e mantém hegemonia nas Américas. Além disso, 21 atletas garantiram vaga no top-10 do ranking para LA 2028
Em declarações dadas ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o técnico-chefe da Seleção, Valdecir Lopes, celebrou o resultado. “Foi uma excelente participação. Atingimos todas as metas que tínhamos planejado para esta competição. Tivemos quatro quebras de recordes, sendo duas no masculino e duas no feminino”, avaliou o comandante. “Também conquistamos 50% de todas as medalhas de ouro que estavam em disputa entre todas as categorias. Foi a nossa melhor campanha em um Open das Américas disparadamente”, completou.
Caminho pavimentado para LA 2028
O Open das Américas integra o calendário obrigatório do World Para Powerlifting (WPPO) para os atletas que buscam uma vaga nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028. E o Brasil deu um passo gigante: dos 25 representantes no México, 21 terminaram no cobiçado top-10 do ranking de suas respectivas categorias.
Três brasileiros, inclusive, já assumiram a liderança do ranking para LA: Mariana D’Andrea (até 73kg), Tayana Medeiros (até 86kg) e Gustavo Amaral de Souza (acima de 107kg). Lara Lima (até 45kg) e Marco Túlio (até 49kg) figuram na segunda posição.
“Assumimos a primeira posição do ranking para Los Angeles em três categorias que são muito fortes. Para nós, isso é muito importante. Mostra que o Brasil está fazendo um bom trabalho. O mais importante era classificar o maior número possível de atletas entre os melhores do ranking, que será o caminho para Los Angeles. E conseguimos essa façanha”, destacou Valdecir Lopes ao CPB.
Show coletivo no último dia
O encerramento do torneio nesta quinta-feira (08) foi dedicado às disputas por equipes, e o Brasil subiu ao pódio em cinco oportunidades. A Seleção faturou o ouro no masculino (Marco Túlio, Gustavo Amaral e João Maria França bateram a Colômbia na final), no feminino (Mariana D’Andrea, Tayana Medeiros e Lara Lima superaram a Venezuela) e na disputa mista, com Marco Túlio, Gustavo Amaral e Tayana Medeiros vencendo novamente a Colômbia.
Para coroar, as medalhas de bronze vieram com os trios Ailton de Souza, Mateus de Assis e Jean Rufino no torneio masculino (vitória sobre o Equador) e Edilândia Araújo, Alane Dantas e Caroline Fernandes no feminino.



