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Wrestling Brasil fecha Pan Júnior com duas pratas e três bronzes e supera campanha do ano anterior

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Desempenho com pódios em todos os estilos e boas colocações fortalece o nome da seleção brasileira nos torneios internacionais da modalidade

A seleção brasileira de wrestling encerrou sua participação no Panamericano Júnior do Paraguai com a conquista de cinco medalhas, sendo duas pratas e três bronzes. A campanha superou em uma medalha a do ano anterior e atesta o amadurecimento cada vez maior da nova geração em competições internacionais.

“Estamos muito contente com o trabalho que vem sendo realizado. Tivemos a melhor participação em número de medalhas na história do Brasil no Panamericano Júnior. Fomos para o torneio com atletas de Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá, Mato Grosso, mostrando como o wrestling está cada vez mais se popularizando em todas as regiões do país e relevando jovens talentos”, avalia Flavio Cabral, presidente da Confederação Brasileira de Wrestling (CBW).

Em Assunção, o primeiro pódio brasileiro veio com Kauan Fereira Gomes ao vencer por superioridade técnica de 8 a 0 o panamenho Manuel Brown. Depois de perder a primeira luta, o atleta do Rio de Janeiro foi à repescagem para dominar os demais adversários até faturar o bronze no greco-romano 87 kg.

No mesmo estilo, o paulista Wesley Barros das Dores foi outro valente no tapete paraguaio e garantiu mais um bronze. O atleta do Sesi-SP perdeu a primeira luta para o norte-americano Aden Attao, que terminou como campeão da categoria 130 kg, e em seguida emplacou vitórias contra o mexicano Juan Rosa (12 a 5) e o chileno Nicolas Araya (10 a 0). Na semifinal, foi superado pelo venezuelano Luiz Talavera, e na disputa da medalha aplicou um 6 a 2 no forte dominicano Jose Nunez.

No estilo livre feminino, Ana Beatriz Sales mostrou por que o Amapá é um dos grandes celeiros do wrestling brasileiro. A atleta do Panda Fight Team foi à final da categoria 50 kg e ficou com a prata ao perder para a cubana Greili Carvajal. Antes, ela dominou com facilidade suas adversárias do Peru e México.

Na categoria 53 kg, a também amapaense Kailane Aráujo superou a derrota da primeira luta para chegar à disputa do bronze. Por pouco a medalha não veio e ficou com a norte-americana Brianna Gonzalez. O caminho de Thais Tertuliano Sales (68 kg) foi parecido e a atleta do Sesi-SP terminou derrotada pela cubana Dailanis Canales, que levou o bronze. Ambas ficaram com a quinta colocação em suas categorias.

No estilo livre masculino, as medalhas também vieram com muita superação dos atletas. O paulista Gabriel de Sousa Silva somou mais uma prata para a campanha brasileira. Treinado pelo Esporte Dez, clube de São José dos Campos (SP), ele foi derrotado na final da categoria 125 kg pelo norte-americano Lucas Stoddard.

Na categoria 86 kg, o paulista Max Gabriel de Almeida, outro atleta do Sesi-SP, perdeu a semifinal para um adversário dos Estados Unidos e na disputa do bronze levou a melhor sobre o colombiano Juan Cardozo com o placar de 10 a 6.

O empenho dos demais atletas que ficaram fora do pódio em Assunção também foi elogiado pela delegação brasileira chefiada por Diego Romanelli e formada pelos treinadores Flávio Ramos e Brenda Aguiar, pois conseguiram algumas vitórias e fizeram lutas bem parelhas contra adversários de alto nível.

No greco-romano, Ângelo Café (Mato Grosso – 67 kg) e Thalyson Macedo (Rio de Janeiro – 97 kg) terminaram na quinta posição; Ilorrany Prado Batista (São Paulo – 76 kg) na sétima; Mayara Pereira (São Paulo – 62 kg) e Lucas Imbernon (São Paulo – 97 kg – livre) na oitava.

Sobre a CBW

CBW (Confederação Brasileira de Wrestling) é a entidade responsável pelo wrestling nacional em seus estilos greco-romano, livre masculino e livre feminino. Além de gerir também o beach Wrestling, ou wrestling de praia (esporte não-olímpico).

Atualmente, a Confederação Brasileira de Wrestling é presidida por Flavio Cabral Neves. O principal objetivo da entidade é tornar o esporte nacional uma referência, fortalecendo suas federações afiliadas e investindo nas categorias de base para propagação da modalidade. A CBW é filiada ao Comitê Olímpico do Brasil, United World Wrestling e United World Wrestling Américas e conta com o apoio da Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, Estácio e Comitê Brasileiro de Clubes.

Para aqueles que desejam conhecer mais sobre o wrestling brasileiro, a CBW oferece conteúdos atualizados e informações detalhadas sobre competições, atletas e eventos.

Através dessas plataformas, é possível acompanhar de perto o universo do wrestling nacional, conhecer os campeões e ficar por dentro das novidades e curiosidades sobre a modalidade.

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