Mato Grosso atingiu a marca de R$ 40 bilhões em tributos municipais, estaduais e federais recolhidos desde o início do ano. O montante, divulgado pelo Impostômetro da Fecomércio-MT (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso), foi alcançado oito dias antes do registrado no ano passado e equivale a 1,25% de tudo o que foi arrecadado no país.
O volume financeiro reflete o dinamismo das cadeias produtivas e a atividade comercial em todo o território mato-grossense, tendo o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) como o principal vetor da receita estadual.
No ranking municipal, a capital mato-grossense lidera isoladamente a arrecadação no Estado. Na sequência, destacam-se os principais polos econômicos do interior, que concentram grande parte do volume de operações comerciais e de serviços.
Veja lista:
Cuiabá – R$ 830 milhões
Rondonópolis – R$ 224 milhões
Sinop – R$ 167 milhões
Várzea Grande – R$ 118 milhões
Sorriso – R$ 91 milhões
Lucas do Rio Verde – R$ 88 milhões
De acordo com o IPF-MT (Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso), o desempenho dessas cidades demonstra que a geração de receitas tributárias acompanha de perto a expansão econômica regional, estendendo-se para além da capital e consolidando o interior como força motriz do estado.





