quarta-feira, 7 outubro, 2026

Pivetta cutuca Wellington e é aplaudido ao garantir não editar FETHAB 2

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O governador disse que senador contribuiu para fortalecer a burocracia excessiva contra empreendedores

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta quinta-feira (20) durante debate realizado pela Aprosoja, reforçou o compromisso de não reeditar o imposto FETHAB 2. No pronunciamento, apontou que a atuação do senador Wellington Fagundes (PL), presente no evento, e do Congresso Nacional há 35 anos contribuiu para formar uma burocracia excessiva aos empreendedores.

Esse imposto, criado em 2016, é uma cobrança adicional sobre determinadas cadeias do agronegócio em Mato Grosso. Parte dos rurais defende que ele não seja reeditado. Eles argumentam que a taxa surgiu como temporária, mas não foi retirada e atualmente prejudica significativamente o caixa do agronegócio.

“Já me manifestei um tempo atrás e assumi o compromisso de não reeditar o FETHAB 2. Só para lembrar: nos últimos sete anos, em MT fizemos o maior ciclo de investimentos da história. Enquanto isso, em Brasília, os legisladores há 35 anos impõem essa burocracia; esse cipoal que é o sistema brasileiro para qualquer empreendedor. São os legisladores que fizeram isso e um deles está aqui [Wellington Fagundes]”, disse.

O governador acrescentou que, sem alterar o FETHAB 2, foi possível regularizar as contas do estado. Ele relatou que, atualmente, é possível realizar investimentos sem aumentar impostos porque MT tem uma dívida negativa.

“Temos uma alíquota de dívida negativa, graças aos contribuintes e o governos dos últimos sete anos que, apesar de todos os investimentos feitos, cuidou do crédito e do tesouro. Nós éramos conhecidos como ‘o estado negador de conta’. As viaturas eram bloqueadas pelas locadoras, que não tinham pagamento. Hoje, nossa polícia tem as melhores armas do mundo e anda de carro sem problemas”, pontuou.

Pivetta, por fim, citou que pretende usar os recursos disponíveis para financiar R$ 15, bilhão e viabilizar novas 60 mil residências em MT. Para o governador, a moradia é uma das pautas mais urgentes.

Para viabilizar o projeto, em junho deste ano ele enviou o pedido à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O financiamento deve ser feito junto à Caixa Econômica Federal, se aprovado pelos deputados.

“Identificamos que a maior necessidade que MT tem hoje é continuar desenvolvendo moradia. Encaminhamos à ALMT o pedido de financiamento de R$ 1,5 bilhão que vai viabilizar 60 mil novas moradias”, completou.

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