segunda-feira, 7 setembro, 2026

Deputado: Prefeitos debandaram do PL porque acreditam que Pivetta é o melhor caminho

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Deputado estadual afirma que prefeitos priorizam projeto de continuidade do Governo do Estado

O deputado estadual Beto Dois a Um (Podemos) analisou as movimentações eleitorais em Mato Grosso, a rejeição ao senador Wellington Fagundes (PL) entre gestores de sua própria legenda e a decisão do Podemos em apoiar a candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo do Estado. Em entrevista ao Conexão Poder, o parlamentar sustentou que a adesão de prefeitos do PL a Pivetta se deve à busca por continuidade administrativa, sobrepondo-se às amarras partidárias.

Ao comentar os atritos e o distanciamento de lideranças em relação à pré-candidatura de Fagundes, o deputado avaliou que a opção dos gestores locais decorre da avaliação sobre a gestão estadual.

Eu penso que esses prefeitos eles enxergam com clareza, a ponto de fazer esse enfrentamento da fidelidade partidária com seus partidos, que o Pivetta seja a melhor opção, que o Pivetta seja o mais preparado“, declarou.

Beto Dois a Um ressaltou a posição tomada pelo Podemos nas negociações para a chapa majoritária. Segundo ele, a sigla recusou ofertas de espaço em composições adversárias para manter a aliança com o grupo governista.

“O Podemos não tem um cargo gigantesco na majoritária, mas o Podemos decidiu caminhar pelo caminho onde ele entendia que era o melhor para Mato Grosso. Nós temos que mudar esse conceito de ‘vou para apoiar fulano porque a estrutura política daquela equipe é maior'”, pontuou.

O parlamentar reconheceu o favoritismo inicial de Fagundes nas pesquisas de opinião, mas argumentou que a adesão política não deve se pautar pelo resultado momentâneo dos levantamentos.

Ao defender a pré-candidatura do atual vice-governador Otaviano Pivetta, Beto Dois a Um citou a manutenção do modelo adotado por Mauro Mendes. “Acredito que seja com certeza a melhor opção, um estado que foi transformado nos últimos sete anos“, disse, ponderando, contudo, que a disputa será acirrada e marcada por embates. “Não existe eleição fácil, não existe o ‘já ganhou’, não existe ‘já perdeu’. Eu acho que é a hora de mostrar o que foi feito”, concluiu.

Confira o trecho da entrevista:

Confira a entrevista na íntegra:

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