Candidato ao Senado cita retomada de obras paradas, novos hospitais e ampliação de leitos como marcas da gestão e afirma que Pivetta dará continuidade ao trabalho
A ampliação da rede hospitalar e dos serviços de saúde está entre as principais transformações atribuídas à gestão Mauro Mendes no Governo de Mato Grosso no período de 7 anos. A estratégia combinou a retomada de obras “condenadas” como o Hospital Universitário Júlio Muller, e parada há mais de 30 anos como o Hospital Central, em Cuiabá.
“A obra do Hospital Júlio Muller, ali na estrada de Santo Antônio, estava há sete anos parada. Tinha água no todo o prédio e em volta, muita gente dizia que a obra estava condenada. Fui lá um dia, vimos que tinha solução, retomamos e a obra está praticamente pronta para ser inaugurada este ano. O Hospital Central é o melhor hospital público do Brasil, não é só porque é um belo prédio, com infraestrutura e tecnologia, mas porque está sendo tocado pelo Albert Einstein, considerado um hospital dos ricos lá em São Paulo, e aqui em Cuiabá, o Albert Einstein atende nossa população de graça”, disse Mauro Mendes, durante lançamento da campanha a deputado estadual do ex-secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, na noite de quarta-feira (26.08), em Cuiabá.

Ele destacou também como exemplo a Santa Casa de Misericórdia, também na capital. O hospital havia fechado as portas em meio a uma grave crise financeira e foi assumida pelo Governo de Mato Grosso em 2019. Em junho deste ano, o Estado concluiu a compra definitiva do prédio.
“Reabrimos a Santa Casa, fizemos uma grande reforma, e agora, este ano, com a decisão do Gilberto, minha e do Pivetta, nós compramos aquele prédio e ele definitivamente vai ser um hospital estadual para atender a nossa população”, afirmou.
A expansão não ficou concentrada na Capital. Quatro novos hospitais regionais estão em construção em Alta Floresta, Juína, Tangará da Serra e Confresa, ampliando a oferta de atendimento de média e alta complexidade em regiões que historicamente dependiam do deslocamento de pacientes para outros municípios.
Cada unidade foi projetada com 111 leitos de enfermaria e 40 leitos de terapia intensiva, entre UTIs adulto, pediátrica e neonatal e unidades semi-intensivas neonatais. A estratégia é reduzir os chamados vazios assistenciais e aproximar procedimentos especializados dos pacientes do interior.
Além dos novos hospitais, o Estado também ampliou investimentos em reformas e novas estruturas na rede estadual. Entre as unidades contempladas estão o Hospital Metropolitano, os hospitais regionais de Sinop, Colíder, Sorriso, Rondonópolis e Cáceres, além do Adauto Botelho, Cermac, Cridac e MT Hemocentro. Também receberam intervenções a Escola de Saúde Pública, o Laboratório Central do Estado (Lacen), o Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad), a Rede de Frio, o Ambulatório de Atenção à Transexualidade, a Vigilância em Saúde, o CAPS Infanto-juvenil e o Lar Doce Lar.

A expansão também aparece nos números de leitos do SUS. Segundo dados do ElastiCNES, do Ministério da Saúde, Mato Grosso passou de 5.600 leitos SUS em fevereiro de 2020 para 6.962 em julho de 2026, um crescimento de aproximadamente 24%. No mesmo período, o número de leitos SUS no Brasil passou de 326.276 para 362.171, aumento de cerca de 11%.
Para Mauro, o aumento da estrutura tem impacto direto na rotina de quem depende da rede pública, especialmente na redução da necessidade de transferência de pacientes e na espera por procedimentos.
“Todo esse trabalho teve a liderança do Gilberto, na Secretaria de Estado de Saúde. Algumas unidades de saúde não estão prontas para o problema de empreiteira que performou mal, se não, nós poderíamos bater no peito e dizer, todas as unidades de saúde foram reformadas, transformadas num grande padrão de qualidade, porque os nossos profissionais merecem, e a nossa população merece coisas de qualidade”, afirmou.
Mauro destacou que toda essa revolução no SUS e a continuidade desse trabalho está relacionada à candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Mauro afirmou que o vice-governador participou das decisões que levaram à retomada de projetos e à ampliação da rede de saúde.
“Pelo seu trabalho, parabéns Pivetta, está em boas mãos”, afirmou Mauro, ao defender a continuidade do projeto administrativo.
O candidato também relacionou a experiência acumulada no Governo de Mato Grosso ao projeto que pretende levar para o Senado. Segundo Mauro, a mesma postura adotada na administração estadual — com foco em planejamento, execução e responsabilidade na aplicação dos recursos — será utilizada caso seja eleito.
“Trabalhei muito e com seriedade. Entregamos um Estado muito melhor do que nós recebemos. Eu acredito em Deus e no trabalho sério e no foco para resolver as coisas. É o mesmo que pretendo fazer no Senado”, afirmou.
Crédito: Felipe Barros





