sexta-feira, 6 novembro, 2026

MP alega risco de vingança e pede que líder religioso investigado por abusar de mulheres em Alta Floresta, Sinop e Lucas do Rio Verde volte para prisão

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) recorreu ao Tribunal de Justiça pedindo para que o líder religioso, de 64 anos, investigado por usar um chá indígena, denominado hoasca, para dopar mulheres e praticar abusos sexuais contra elas, volte para a prisão, em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá. O acusado foi solto nessa sexta-feira (26).

Segundo o promotor de Justiça Saulo Pires de Andrade Martins, a liberdade do religioso representa risco para as vítimas, uma vez que ele pode buscar vingança contra elas ou constrangê-las por meio de ligações ou redes sociais, pelo fato de se tratar de uma pessoa influente na região.

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